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domingo, 10 de março de 2019

Tudo sobre mim - Trabalhando a identidade

Roubei na cara dura e mudei o idioma ._.

Produção textual - 4º e 5º ano


Quando os Vilões se Encontram

Estavam todos lá. Pense num, em qualquer um, e ele estava lá. O Capitão Gancho? Lá. A madrasta e as irmãs de Cinderela? Lá. A Rainha Malvada de Branca de Neve? Também. A Bruxa Má do Oeste? É claro que estava lá!
E isso sem falar em Dick Vigarista, Freddy Krueger, Coringa, Darth Vader, Mancha Negra, Lex Luthor, Cavaleiro Negro e mais algumas bruxas, uns dragões e outros monstros.
Era a Reunião Universal dos Inimigos Malvados, a R.U.I.M.
Todos chegaram à meia-noite em ponto ao Salão Negro do Castelo das Assombrações.
O Lobo Mau, que era o presidente da associação, tomou a palavra e disse:
– Caros vilões, estamos aqui reunidos por um motivo muito importante: ninguém respeita nossos direitos. Em todos os finais de história nós apanhamos e perdemos, sempre. Basta! Precisamos lutar contra isso! Precisamos virar a mesa, certo?
– Certo! – gritaram todos.
– Pois bem, meus amigos, e para lutar pelos nossos direitos proponho que fundemos um partido político, o PPPP: Partido dos Pulhas, Patifes e Pilantras! Quem estiver de acordo levante a mão, o gancho ou o rabo.
Imediatamente todos os vilões levantaram alguma coisa.
– Então, meus caros – continuou o Lobo Mau –, solenemente declaro fundado o PPPP. Com ele, em breve vamos concorrer aos principais cargos públicos. Seremos vereadores, deputados e senadores, governadores e prefeitos. Talvez até façamos o presidente!
“Urruuuuu!”, “Éééééé!”, “Fiiiiiiiu!”, “É nóis!”, urraram, assobiaram e gritaram os vilões, entusiasmados.
           Nesse instante, o Lobo teve a idéia do slogan de sua candidatura: “Lobo Mau: Ninguém gosta mais de vovozinhas do que ele”.
Muitos outros vilões também começaram a imaginar como seriam suas campanhas. Por exemplo:
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Lembrancinhas para 1° dia de aula! - Marcadores de páginas


Peguei a ideia das joaninhas marcadoras no Grupo Professores do Ensino Fundamental 1 (não me lembro o nome da Colega, mas encontrando coloco o link da postagem aqui) e ampliei para corujas e abelhas. Moldes no Mais Informações:
 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Lenda do Pinheirinho de Natal


Conta uma antiga lenda que quando o Menino Jesus nasceu, todas as pessoas e os animais e até as árvores sentiram uma imensa alegria. Do lado de fora do estábulo, onde o Menino nasceu e onde, nos dias seguintes, dormia sossegadinho, estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira, e um pequeno pinheirinho. 

Todos os dias as pessoas dos arredores do estábulo passavam e deixavam os seus presentes ao Menino. Ao verem a generosidade daquelas pessoas, as três árvores disseram umas para as outras:

- Nós que vivemos aqui ao lado, também, devíamos lhe dar presentes! 

- Eu vou dar a minha folha mais larga – disse, de imediato, a palmeira. 

- Quando vier o tempo do calor ele poderá abanar-se com ela e sentir-se mais fresco. 


Por sua vez, a oliveira disse: 

- E eu vou dar-Lhe o óleo que retiro dos meus frutos, para que ele seja ungido com ele e se torne forte e saudável. 

- Mas que lhe poderei dar eu? – Perguntou, ansioso, o pequeno pinheiro. 

- Tu? Tu não tens frutos oleosos e as tuas folhas são agudas e picam - disseram as outras duas árvores. - Tu não tens nada que possas dar! 

O pequeno pinheiro ficou muito triste. Pensou muito, muito, em qualquer coisa que pudesse oferecer ao Menino que dormia ali ao lado, qualquer coisa de que o Menino pudesse gostar. Mas não tinha nada que pudesse dar e, por isso, continuava chorando. 

Um anjo, que tinha ouvido a conversa toda, vendo a tristeza da arvorezinha, sentiu muita pena dela, por sentir que nada tinha para dar ao Menino Jesus. Era noite e o céu estava lotado de estrelas brilhantes. Então o anjo, muito de mansinho, trouxe-as todas, uma a uma aqui para baixo, desde a mais pequenina à mais brilhante e colocou-as nos ramos e nas folhas pontiagudas do pinheiro. Dentro do estábulo, o Menino acordou e olhou para as três árvores do lago ao lado do estábulo, contra a escuridão do céu. De repente as folhas escuras do pinheiro brilharam, resplandecentes, porque nelas as estrelas descansavam como se fossem elas as próprias folhas. 

Que lindo estava o pequeno pinheiro, que pensava não nada tinha para oferecer ao Menino... 

E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebés, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que lhe iluminara a escuridão da noite. 

E desde então o pinheiro ficou sendo, para sempre, a Árvore do Natal, onde se colocam as lâmpadas a brilhar como as estrelas, naquela noite.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O Balaio do Caio - Alexandre Azevedo

Pensa num  historinha fofa.
Há anos comprei essa história, veio num balaio de jornal roxo com todas as gravuras dentro do balaio e eu uso direto pra trabalhar o som final das palavras.
Enfim, estava procurando imagens para renovar o meu e encontrei essa preciosidade no Blog Artesanato 100 Limite (que tem varias ideias de deixar as profes loucas!)

Fica a ideia: